A Associação Mineira do Ministério Público (AMMP), entidade
de classe dos promotores e procuradores de Justiça do
Estado de Minas Gerais, reconhecida de utilidade pública,
foi criada em 1° de agosto de 1953, dentre outras, com
as seguintes finalidades:

Promover
o congraçamento da classe e difundir seus ideais;

Pugnar,
em juízo e/ou fora dele, pelas prerrogativas de seus
membros, seus direitos, interesses, aspirações, prerrogativas
e autonomias, podendo ajuizar mandado de segurança coletivo,
mandado de injunção e outras medidas, independentemente
de autorização da Assembléia;

Colaborar
com os poderes públicos no aperfeiçoamento da ordem
jurídico-social;

Incentivar
o aperfeiçoamento intelectual e científico de seus membros
e de seus dependentes;

Manter
órgão informativo e revista jurídica, neles divulgando
suas atividades e matérias de interesse da classe, incluídos
avisos sobre assembléias e eleições;

Estimular
o intercâmbio e o relacionamento com as associações
de classe congêneres;

Incentivar
a prática de atividades recreativas e sócio-esportivas;

Criar
e manter órgãos e departamentos de assistência e serviços,
proporcionando reembolso de despesas médicas, hospitalares
e odontológicas, quando for o caso e segundo regulamento
e orçamentos próprios, bem como celebrar convênios de
que não resultem encargos financeiros, salvo caso de
convênios especiais.
Nestes poucos mais de cinqüenta anos de existência,
a Associação Mineira do Ministério Público destacou-se
pela iniciativa e vanguarda e tornou-se modelo a todas
entidades de classe congêneres do país, seja pelas gestões
implantadas, pela estrutura humana e física disponível
ou pelos benefícios oferecidos aos associados. De forma
resumida, podemos destacar:

Sede
própria em Belo Horizonte, com cerca de 5000 M² de área
construída;

Pousadas
com infra-estrutura completa em Santa Cruz de Cabrália/BA,
Cabo Frio/RJ e em Guapé/MG;

Plano
de saúde independente com sistema de auto-gestão, com
mais de 3.200 vidas asseguradas;

60
funcionários e quase 1.200 associados;

Calendário
anual com vários eventos de aperfeiçoamento técnico-institucional
e de cunho recreativo;

Incentivo
ao aperfeiçoamento técnico e a produção acadêmica através
da promoção de cursos e concursos;

Acompanhamento
permanente dos movimentos do Legislativo Estadual e
Federal para garantia e aperfeiçoamento das prerrogativas
e instrumentos da instituição ministerial.
Não podemos, no entanto, resumir a AMMP a simples dados
ou apenas a atribuições estatutárias, o espírito de
iniciativa e vanguarda norteiam também os esforços da
instituição na busca e defesa da cidadania. Hoje, sendo
fato, é fácil constatar: o Ministério Público é para
o brasileiro seu maior instrumento de cidadania. É o
guardião e defensor de todos nossos direitos constitucionais.
O caminho até esta realidade foi longo e árduo, mas,
a AMMP se regozija de ter sido parte ativa nesta conquista.
AMMP e Ministério Público: um
pouco de história
Não é possível desvincular a história da AMMP à evolução
do Ministério Público no Brasil. De tempos passados
do Ministério Público como um órgão de poucas prerrogativas
e da AMMP como a união de uns poucos promotores e procuradores
de Justiça, amigos, cheios de boa-vontade e idealismo
restam lembranças. Nestes anos que se passaram o idealismo
e a boa-vontade unidos a muito trabalho solidificaram
em posição de destaque as duas instituições.
Dois fatos marcaram a passagem desses anos, determinando
mudanças radicais e o surgimento de um novo Ministério
Público no cenário nacional: A constituição Federal
de 1988, e a Lei 8.625 - Lei Orgânica Nacional do Ministério
Público, sancionada em 12 de fevereiro de 1993.
As mudanças introduzidas na Constituição de 1988 deram
origem a um Ministério Público moderno, essencialmente
voltado para a defesa dos interesses do país e da sociedade.
O Ministério Público ganhou autonomia funcional e administrativa
em relação ao Poder Executivo. Na prática, isso significa
que se tornou um órgão independente. A nova legislação
permitiu ao MP enviar diretamente ao Poder Legislativo
sua proposta orçamentária e a da criação, transformação
e extinção de seus cargos, além de promover a fixação,
recomposição e o reajuste dos vencimentos de seus integrantes.
Fortaleceram-se os princípios da unidade, indivisibilidade,
independência funcional, e as garantias constitucionais
da vitaliciedade, inamovibilidade e da irredutibilidade
de salários.
A carta de 1988 conferiu ainda ao Ministério Público
um precioso e inédito elenco de atribuições consagrando-lhe,
igualmente, alguns instrumentos para o seu exercício.
A Lei 8.625 - Lei Orgânica Nacional do Ministério Público,
sancionada em 12 de fevereiro de 1993, definiu com maior
clareza a atuação interna do Promotor de Justiça. Fortalecido,
passaram a ser atribuições do Ministério Público:

Promover,
privativamente, a ação penal pública;

Zelar
pelo efetivo respeito dos poderes públicos e dos serviços
de relevância pública aos direitos assegurados na Constituição;

Promover
o inquérito civil e a ação civil pública para proteção
do patrimônio público e social, do meio ambiente e de
outros interesses difusos e coletivos;

Promover
a ação de inconstitucionalidade ou representação para
fins de intervenção da União e dos Estados, nos casos
previstos na Constituição;

Defender
judicialmente os direitos e interesses das populações
indígenas;

Expedir
notificações nos procedimentos administrativos de sua
competência, requisitando informações e documentos para
instruí-los;

Exercer
o controle externo da atividade policia;

Requisitar
diligências investigatórias e a instauração de inquérito
policial;

Exercer
outras funções que lhe forem conferidas, desde que compatíveis
com sua finalidade, sendo-lhe vedada a representação
judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas.
Essas todas foram conquistas valiosas não só para o
Ministério Público e seus integrantes: reverteram-se,
sobretudo, em favor da própria sociedade que passou
a dispor de uma instituição totalmente voltada para
defesa de seus direitos constitucionais. Assim, após
anos e anos de esforços e muita articulação a AMMP e
o MP mineiro colhem os frutos de seu trabalho. E, coroando
e reconhecendo os esforços dos mineiros, o então Presidente
da República, Itamar Franco, veio a Belo Horizonte sancionar
a Lei 8.625 - Lei
Orgânica Nacional do Ministério Público (foto abaixo).
Belo Horizonte,12 de fevereiro
de 1993, o Presidente da República Itamar Franco
sanciona a Lei 8.625/93 - Lei Orgânica Nacional
do Ministério Público – um marco para o Ministério
Público em todo o país. Na foto da esquerda para
direita, em 1º plano: O Procurador-Geral da República
Aristides Junqueira, José de Castro, Advogado-Geral
da União, O Presidente Itamar Franco, Castellar
M. Guimarães Filho, Procurador-Geral de Justiça
do Estado de Minas Gerais e Voltaire de Lima,
Presidente da Confederação Nacional do Ministério
Público – CONAMP.
A partir dessa nova realidade – um Ministério Público
forte e com muito mais atribuições erigidas pela nova
legislação - surgem também novas necessidades: carências
de infra-estrutura, material e humana dificultam um
atendimento adequado à nova demanda. Assim, surgem novas
batalhas e, a AMMP se prontifica novamente a lutar pelo
MP, aos poucos todas as conquistas necessárias foram
sendo alcançadas. A nova realidade exigiu dinamismo...
Era necessário que a Associação se preparasse. Este
período de tempo marca também uma enorme evolução da
estrutura da AMMP, tanto em seu patrimônio, quanto nos
benefícios oferecidos aos associados e seus dependentes.
É inegável: estes fatos que marcaram a história da AMMP
e do Ministério Público do Estado de Minas Gerais constituem
um capítulo importante na história do Brasil. E, ao
contrário de muitos acontecimentos de nossa história,
não se tornaram apenas passado. Hoje, a cada dia, o
Ministério Público se fortalece como instrumento de
cidadania de nosso povo, obrigando a AMMP a travar uma
luta constante para garantir a manutenção e o aperfeiçoamento
das prerrogativas e instrumentos legais que permitem
à classe ministerial um trabalho eficiente.
AMMP - Evolução
No período de 1° agosto 1953 a julho de 1957 a AMMP
não passava da união de uns poucos promotores e procuradores
de Justiça, amigos, cheios de boa-vontade e idealismo.
E, segundo contam os mais antigos sua sede, era uma
mesa de pé quebrado, num canto de sala do Fórum Lafayette,
e um envelope dobrado no bolso do tesoureiro.
Em meados de jul./1957, foi realizada, na Procuradoria-Geral
de Justiça, com a presença do procurador-geral, a primeira
reunião oficial da Associação, quando instituiu-se Diretoria
Provisória, para formalizar seu estatuto, dentre outras
providências.
Ainda em jul./1957, reuniu-se a Diretoria Provisória,
no salão nobre da Procuradoria-Geral, com as presenças
do procurador-geral eleito e do em exercício, do sub-procurador
e procurador da República interino, além do secretário
da Associação do Ministério Público do Brasil. No final
do mesmo mês (30/7/1957), foi realizada a primeira Assembléia
Geral da classe ministerial mineira, para discussão
e aprovação do estatuto da entidade e eleição de sua
primeira diretoria.
De jul./1957 a dez./1980, passaram-se onze Diretorias
que arduamente trabalharam para o crescimento institucional
e financeiro da Associação. Apesar de gradativamente
melhorarem as condições da entidade, sua sede permanecia
no Fórum Lafayette. Em 20/dez./1980, às 18 horas, foi
inaugurada a primeira sede da AMMP, localizada na Rua
Paracatu, 472 - Barro Preto, paralela ao Fórum Lafayette.
Naquela noite, no National Clube foi realizado um jantar
de congraçamento da classe em comemoração à grande vitória
alcançada.
Primeira sede física da AMMP,
carinhosamente chamada "Casinha da Paracatu"
Dado o primeiro passo, o sonho cresceu e, no dia 24
de junho de 1985, iniciou-se a construção de nova sede.
Desta vez, um investimento de maior monta, patrimônio
dos membros do Ministério Público das Minas Gerais.
Externa do edifício-sede
da AMMP, ainda em construção
Externa do edifício-sede
da AMMP, hoje
Dois anos se passaram e, em 13/5/1987, foi inaugurada
a nova sede da AMMP, localizada na Rua dos Timbiras,
n. 2.928 - Barro Preto, a poucos metros do Fórum Lafayette.
Construída em estrutura externa de concreto aparente,
com formas especiais para vigas e pilares, vedações
verticais em esquadria de alumínio anodizado, na cor
bronze, contando com garagem, andar térreo, auditório
para quase 200 pessoas, salão de festas, área esportiva
com piscina e nove pavimentos de 360 m2.
Em ago./1991, a Associação recebeu, em doação, da Prefeitura
de São Francisco, terreno para construção de um Clube
de Pesca ou Pousada, de acordo com interesse da Diretoria.
A entidade crescia, os vencimentos dos membros do Ministério
Público foram atualizados e o Caixa da AMMP, passados
cinco anos da construção da sede, encontrava-se equilibrado.
Empregando o capital financeiro em bens patrimoniais,
em fev./1992 foi adquirido, na Rua da Bahia, n. 905,
centro da Capital mineira, conjunto de sete salas, no
Edifício Trianon.
Entrada doEdifício Trianon,
onde a AMMP possui conjunto de sete salas
Em maio/1992 a AMMP adquiriu, em Santa Cruz Cabrália,
Bahia, um terreno de 5.775 m2, onde construiu sua sede
praiana, concluída em dezembro e inaugurada na noite
de reveillon do mesmo ano.
Vista externa da Pousada
de Santa Cruz Cabrália
No mês de mar./1992 foi realizado o I Congresso Estadual
do Ministério Público de Minas Gerais, cuja palestra
de abertura, já àquela época, proferida pelo então presidente
da Confederação Nacional do Ministério Público (Conamp),
versou sobre o tema Projeto de Lei Orgânica do Ministério
Público.
O ano de 1993 foi auspicioso, não só para o Ministério
Público nacional, mas principalmente para Minas Gerais,
uma vez que o presidente da República, em especial atenção,
veio às terras mineiras para sancionar a Lei Orgânica
Nacional do Ministério Público. No mesmo ano, tendo
em vista a política de priorização da assistência médica,
foram realizadas profundas alterações em seu Plano de
Saúde, custeado integralmente pela entidade, com significativos
ajustes em valores e redução de restrições. Na área
cultural, realizou-se o 1° Pro-Jus, encontro de confraternização
das associações do Ministério Público de Minas Gerais,
Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
No transcorrer do ano de 1994, foi realizado o II Congresso
Estadual do Ministério Público de Minas Gerais, em Poços
de Caldas e inaugurou-se a Fundação Escola Superior
do Ministério Público - FESMP, instalada no 3° andar
do edifício-sede da entidade de classe, além de serem
iniciadas as obras de construção da sede de lazer na
cidade de Guapé.
Construída com muita madeira, pedra mineira e amplas
áreas ajardinadas em terreno de quase 6 mil metros,
doados pela Prefeitura de Guapé, foi inaugurada, em
abr./1995, a Pousada de Guapé, com amplo salão, cozinha,
quiosques, piscina etc.
Vista externa da Pousada
de Guapé
Durante o ano de 95, foram adquiridos dois apartamentos
em Belo Horizonte, na Rua Ouro Preto, próximo do edifício-sede
e do Fórum Lafayette, para atender, principalmente,
os associados do interior em tratamento de saúde na
Capital.
Entrada do Edifício Marília
de Dirceu,onde a AMMP possui dois apartamentos para
uso dos associados e dependentes
Em 1996, a AMMP realiza seu III Congresso Estadual.
Na área de saúde, formaliza convênio com a Unimed, facilitando
o acesso à assistência médica aos associados do interior.
Contando com a presença do embaixador italiano e do
deputado e procurador italiano Giannicola Sinisi (Operação
Mãos Limpas), em parceria com o Instituto de Direito
(ID), realiza, no Minascentro, o Simpósio Nacional sobre
Direito Civil e Processo Civil, com a presença de aproximadamente
1200 participantes. Ainda em 96 a FESMP, em sistema
de comodato, passa a ocupar o conjunto de sete salas
da AMMP, na Rua da Bahia. É lançada a primeira Home
Page da entidade.
No período de 1997/1998, dentre todas as realizações,
destacaram-se, na área assistencial, a criação do Departamento
de Saúde, instalado no 3° andar do edifício-sede; contratação
de gerente especializado na área; instalação de consultórios
médicos e odontológicos; formalização de parceria com
o Instituto de Previdência Social do Estado de Minas
Gerais (Ipsemg) com remessa de carteira de identificação
de usuário aos associados e dependentes; contratação
de médico-auditor, vinculado àquele Instituto. No âmbito
cultural, realizou-se o Simpósio Nacional sobre Direito
Penal e Processual Penal - novas idéias, novos rumos,
no Minascentro, com lotação superior a 1400 lugares.
Em Araxá, aconteceu o II Encontro Minas-Goiás do Ministério
Público, e, na Capital, o II Congresso Nacional dos
Promotores do Júri, realizado no Ourominas Palace Hotel,
com presença maciça de promotores de todo o País.
Em parceria com a Assembléia Legislativa do Estado de
Minas Gerais (ALMG), foi realizado o Seminário de Direito
Eleitoral, que contou com a participação de grande número
de associados, além de representantes da vida política
mineira. Na defesa dos associados, foram patrocinadas
57 ações junto à Justiça Federal, referente à gratificação
eleitoral devida aos membros do Ministério Público,
sendo beneficiados 278 associados; 12 defesas junto
ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais; e 2 defesas
na esfera administrativa. Na área social, significativo
o apoio à Associação Feminina do Ministério Público
e a criação do Departamento de Aposentados e Pensionistas.
O biênio 1999/2001 iniciou com o apoio incondicional
da Diretoria da entidade à instituição da cooperativa
de crédito dos membros do MP mineiro. A linha mestra
neste período foi a observância do equilíbrio financeiro
da entidade, já que fora perdida a segunda fonte de
receita da Associação (custas judiciais), em decorrência
de legislação específica. Amplo, entretanto, o acompanhamento
das reformas constitucionais e a participação efetiva
nas discussões e propostas da Conamp, bem como a ampliação
da área de convênios, com destaque para a formalização
de contrato com a Telemig Celular, em sistema corporativo.
Institucionalmente, buscou-se junto à Procuradoria-Geral
de Justiça a fixação do auxílio moradia para todos os
integrantes da Instituição; pugnou-se pelo estabelecimento
de rodízio dos promotores de Justiça eleitorais; pagamento
às pensionistas dos valores referentes à verba isonômica;
impetrou-se medida cautelar pleiteando a suspensão do
desconto referente ao acréscimo de 4,8% sobre a contribuição
previdenciária, inclusive no caso dos associados na
ativa. Foram realizadas duas Assembléias Gerais, que
alcançaram o objetivo pretendido, ou seja, a implantação
do reajuste de vencimentos. Alterou-se o Plano de Saúde
substancialmente, passando de contribuição igualitária
para um sistema auto-sustentável, através de contribuição
per capita e por faixa etária de cada usuário. Culturalmente,
o evento mais significante foi realizado no Ourominas
Palace Hotel, por ocasião das comemorações dos 30 anos
da Conamp, oportunidade em que foram homenageados pilares
da instituição ministerial brasileira.
No período de 2001 a 2003 são executadas reformas no
edifício-sede da AMMP, sendo o salão de festas totalmente
remodelado ganhando ar-condicionado central, nova iluminação
e teto em gesso. A secretaria, sala de reuniões e salas
da diretoria também passaram por grandes reformas tomando
um layout mais moderno e prático. No 3º andar o Departamento
de saúde também foi totalmente reformado ganhando modernas
instalações. A colônia de Férias de Guapé ganha uma
quadra de tênis em saibro, que é inaugurada com a realização
de um torneio. Em 2002, no dia 11 de agosto a AMMP estréia
na televisão com O Programa de Minas. O programa é semanal
e é lavado ao ar pela TV Justiça para todo o país, posteriormente
também passa a ser veiculado pela TV Assembléia para
todo o Estado de Minas Gerais.
Em janeiro de 2003 o edifício-sede da AMMP ganha o nome
de Promotor de Justiça Francisco José Lins do Rego Santos,
homenagem ao Diretor Cultural da casa que fora assassinado
um ano antes quando investigava um cartel que adulterava
combustíveis.
No dia 1º de agosto de 2003, iniciam-se as comemorações
aos 50 anos da AMMP, com o lançamento de um carimbo
filatélico. As comemorações dos cinqüenta anos da entidade
se estenderam por um ano até agosto de 2004, com a realização
de vários eventos. Foi lançada uma logomarca comemorativa
e foi criada uma comenda especial - edição comemorativa
do cinqüentenário da Medalha Promotor de Justiça Ozanam
Coelho, que foi outorgada a todos os ex-presidentes
da entidade. Um marco em vidro e metal foi instalado
na secretaria da AMMP para eternizar a data. A logomarca
da AMMP também foi revitalizada, ficando mais moderna,
e ganhando padronização.
ois anos se passaram e, em 13/5/1987, foi inaugurada
a nova sede da AMMP, localizada na Rua dos Timbiras,
n. 2.928 - Barro Preto, a poucos metros do Fórum Lafayette.
Construída em estrutura externa de concreto aparente,
com formas especiais para vigas e pilares, vedações
verticais em esquadria de alumínio anodizado, na cor
bronze, contando com garagem, andar térreo, auditório
para quase 200 pessoas, salão de festas, área esportiva
com piscina e nove pavimentos de 360 m2.
Em ago./1991, a Associação recebeu, em doação, da Prefeitura
de São Francisco, terreno para construção de um Clube
de Pesca ou Pousada, de acordo com interesse da Diretoria.
A entidade crescia, os vencimentos dos membros do Ministério
Público foram atualizados e o Caixa da AMMP, passados
cinco anos da construção da sede, encontrava-se equilibrado.
Empregando o capital financeiro em bens patrimoniais,
em fev./1992 foi adquirido, na Rua da Bahia, n. 905,
centro da Capital mineira, conjunto de sete salas, no
Edifício Trianon.
Carimbo filatélico lançado
em comemoração aos 50 anos da AMMP
Logomarca comemorativa
Realiza-se o V Congresso Estadual do Ministério Público,
na cidade de Ouro Preto, com o tema Refletir e Repensar
o Ministério Público.
O período de 2003/2005 é marcado por inovações administrativas,
com destaque para a criação e implantação de um sistema
administrativo-financeiro para o controle do fluxo de
caixa da AMMP, contabilizando receitas e despesas, permitindo
um controle preciso dos recursos e facilitando a administração
financeira da Entidade.
O edifício-sede ganha em sua entrada uma rampa para
o acesso de deficientes físicos e a nossa biblioteca
é transferida para um espaço definitivo no 4º andar.
As pousadas de Guapé, Santa Cruz Cabrália recebem investimentos
para recuperação e manutenção.
Na área cultural uma série de eventos são realizados,
com destaque para o Curso Internacional “A Nova Criminologia
e os Direitos Humanos”, realizado em abril de 2004,
através de parceria com a UCI – Universidad para lá
Cooperación Internacional, com sede na Costa Rica, pólo
internacional de disseminação das teorias dos direitos
humanos. Realiza-se também o Seminário “As Ocupações
Coletivas de Terras Rurais e a Constituição Federal”,
com presença de participantes de todo o Brasil.
Em abril de 2005, é realizado na cidade de Ouro Preto
a VI edição do Congresso Estadual do Ministério Público,
com o tema: No Coração da Estrada Real o Caminho para
o Conhecimento. O formato do evento inova ao inserir
em sua programação palestrantes de áreas não jurídicas
e mais atividades lúdicas.